Skip to main content

WHERE WE REPORT


Translate page with Google

Story Publication logo September 23, 2020

Traditional Peoples Are Not Responsible for Destruction of the Amazon (Portuguese)

Country:

Authors:
×
Image by Flavio Forner. Brazil, 2019.
English

This project aims to address fires in the Brazilian Amazon, clarifying the difference between...

author #1 image author #2 image
Multiple Authors
A clearing in the lower Tapajós, in Pará, serves to store wood seized by agents from Ibama. This year, 54% of hot spots in the Amazon were recorded in deforested areas, according to NASA data. Image by Flavio Forner. Brazil, 2020.
A clearing in the lower Tapajós, in Pará, serves to store wood seized by agents from Ibama. This year, 54% of hot spots in the Amazon were recorded in deforested areas, according to NASA data. Image by Flavio Forner. Brazil, 2020.

“Fire is becoming a dangerous thing,” says Pedro Pantoja, 69, known as Seu Pedrinho. “If there is another way for people to plant their crops without burning, it will be much better," explains the Ribeirinho, who is one of the oldest residents of the Jamaraquá community. The community is located in the Tapajós National Forest, in the northwest of Pará, where each producer has thier own small plot to plant cassava and a specific date to burn the area. "In October or November, closer to the rainy season, the people organize themselves for the burning".

A Flona do Tapajós is one of the most visited conservation areas in the North and one of the most researched parts of the Amazon. The river that gives its name to Flona is the protagonist of one of the largest and most beautiful river basins in the entire Amazon and is known for its white sand beaches - its waters also bathe the world famous district of Alter do Chão, home to inns with air conditioning and traditional restaurants with menus in English. In Flona, ​​where more than four thousand people live in 23 communities and three indigenous villages, tourism is more rustic, and the Tapajós River is the center of community life.

The full article in Portuguese can be found here.


“O fogo está se tornando uma coisa perigosa, conta Pedro Pantoja, 69 anos, conhecido como Seu Pedrinho. “Se tiver outro jeito para o pessoal fazer seu plantio sem queimadas, vai ser muito melhor", explica o ribeirinho, um dos mais antigos moradores da comunidade de Jamaraquá, na Floresta Nacional do Tapajós, noroeste do Pará, onde cada produtor tem o seu pequeno roçado para plantar mandioca e uma data própria para queimar a área. “Em outubro ou novembro, mais perto da época de chuvas, o pessoal se organiza para a queima”.

A Flona do Tapajós é uma das unidades de conservação mais visitadas da Região Norte e uma das mais pesquisadas da Amazônia. O rio que empresta o nome à Flona é o protagonista de uma das maiores e mais belas bacias fluviais de toda a Amazônia e é conhecido pelas praias de areia branca – suas águas também banham o mundialmente famoso distrito de Alter do Chão, no qual pousadas com ar-condicionado e restaurantes de comida típica oferecem cardápios em inglês. Na Flona, onde vivem mais de quatro mil pessoas distribuídas por 23 comunidades e três aldeias indígenas, o turismo é mais rústico, e o rio Tapajós é o centro da vida comunitária.